Fios de conexão

A educação ocidental tem sido baseada na herança cultural de que aquilo que não pode ser medido, tocado e experimentado não é real, e que é necessário classificar e dividir tudo em partes para tentar entender o seu funcionamento. Foi com base nessa visão mecânica e fragmentada que nasceu a noção de que somos todos independentes uns dos outros e da natureza. Mas hoje a Ciência demonstra que essa separação é ilusória.



Realidade da imaginação

Antes de se tornar um físico famoso, Albert Einstein trabalhou como um simples funcionário num escritório de patentes na Suíça. Mas lá ele teve um sonho sobre uma corrida lado a lado a um raio de luz. E a partir disso, ele pôde criar uma revolução que mudaria a história do mundo.



Conexão pelo diálogo

Falar livremente o que se pensa com a segurança de que será totalmente ouvido. Escutar o outro com plena atenção e empatia. Suspender o julgamento do que está sendo dito, e se abrir para enxergar outros pontos de vista. Acolher e legitimar a opinião do outro, sem ter que necessariamente concordar. Não competir para saber quem está certo, mas sim compartilhar significados em que todos ganham.



Mundo colaborativo

A Humanidade tem evoluído com base nas crenças de que chegamos na Terra por acaso, somente a matéria existe, somos entidades distintas e separadas do nosso ambiente, e que a lei da selva é a única que impera. E com essas ilusões, nossa vida acabou sendo determinada pela cultura da competição e pelo medo, motor propulsor da economia e da sociedade.



Interdependência é a chave

Nos últimos 1200 anos a civilização ocidental tem sido condicionada a acreditar que os seres humanos são entidades separadas, distintas e distantes entre si e do ambiente em que vivem. Leonardo da Vinci não pensava assim, pois todas as suas criações partiam do princípio de que tudo e todos estão interconectados.



Inteligência do coração

Durante grande parte da história, o mundo ocidental tem acreditado que a inteligência – tida como a capacidade de aprender e  compreender — é uma função exclusiva do cérebro. Fomos também ensinados que o cérebro está no controle, enquanto o resto do nosso corpo, inclusive o coração, obedece aos seus comandos.