Fios de conexão

A educação ocidental tem sido baseada na herança cultural de que aquilo que não pode ser medido, tocado e experimentado não é real, e que é necessário classificar e dividir tudo em partes para tentar entender o seu funcionamento. Foi com base nessa visão mecânica e fragmentada que nasceu a noção de que somos todos independentes uns dos outros e da natureza. Mas hoje a Ciência demonstra que essa separação é ilusória.



Arte da escolha

Todo caminho é pavimentado por escolhas. O mundo contemporâneo apresenta um leque enorme de opções, desde as mais triviais até as mais complexas. Mas nem sempre o processo de escolha é algo simples e automático.



Conexão pelo diálogo

Falar livremente o que se pensa com a segurança de que será totalmente ouvido. Escutar o outro com plena atenção e empatia. Suspender o julgamento do que está sendo dito, e se abrir para enxergar outros pontos de vista. Acolher e legitimar a opinião do outro, sem ter que necessariamente concordar. Não competir para saber quem está certo, mas sim compartilhar significados em que todos ganham.



Mundo colaborativo

A Humanidade tem evoluído com base nas crenças de que chegamos na Terra por acaso, somente a matéria existe, somos entidades distintas e separadas do nosso ambiente, e que a lei da selva é a única que impera. E com essas ilusões, nossa vida acabou sendo determinada pela cultura da competição e pelo medo, motor propulsor da economia e da sociedade.



Interdependência é a chave

Nos últimos 1200 anos a civilização ocidental tem sido condicionada a acreditar que os seres humanos são entidades separadas, distintas e distantes entre si e do ambiente em que vivem. Leonardo da Vinci não pensava assim, pois todas as suas criações partiam do princípio de que tudo e todos estão interconectados.



Inteligência do coração

Durante grande parte da história, o mundo ocidental tem acreditado que a inteligência – tida como a capacidade de aprender e  compreender — é uma função exclusiva do cérebro. Fomos também ensinados que o cérebro está no controle, enquanto o resto do nosso corpo, inclusive o coração, obedece aos seus comandos.